segunda-feira, 8 de abril de 2013

Identidade - Turma 43 Maternal

     
                                                     

Subprojeto dos meses de Março/ Abril: “Eu sou o samba” - berçário 50


Embalados pela música, cantamos, dançamos, ouvimos histórias e brincamos com nossos bebês... 
A Música é uma linguagem muito importante na comunicação e expressão humana. Ela integra aspectos sensíveis, afetivos, estéticos e cognitivos , além de promover a interação e comunicação social.
Portanto, em consonância com o projeto anual “ À procura da batida perfeita” estamos abordando neste subprojeto o samba e ritmos carnavalescos com a finalidade de valorizar sua história social a partir do resgate de nossa memória musical, despertando e desenvolvendo a integração social e o fortalecimento de nossas raízes culturais.
Como norte para o presente trabalho temos utilizado um vasto repertório musical de compositores e sambistas renomados como Cartola, Ary Barroso, Noel Rosa, João Nogueira, entre outros. Ao longo dos meses de Março e Abril, nos envolveremos em pesquisas sobre diferentes gêneros musicais e manifestações culturais comuns em todo Brasil e suas regiões. Vivenciaremos inúmeras experiências sonoras fazendo o que há de melhor: BRINCAR!



segunda-feira, 1 de abril de 2013

Primeira Reunião de pais 2013


Realizamos no dia 23 de Março, a primeira reunião de pais. Aproveitamos este momento, para tirarmos algumas dúvidas sobre nossa rotina e para avaliarmos a inserção/adaptação, realizada no início do ano.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Ai, que vontade de morder.



Antes de falar, muitas crianças usam os dentes para se comunicar. Muitos educadores enfrentam constantemente o choro de dor de uma criança e a reclamação de um pai indignado. Apesar de ser comum, a situação é um desafio na Educação Infantil, afinal por que os pequenos gostam tanto de morder?
      Um dos motivos é a descoberta do próprio corpo, desde o aparecimento da dentição até por volta dos dois anos, eles podem morder brinquedos, sapatos, os próprios pais, professores e os amigos, para descobrir sensações e movimentos.
      O psicólogo francês Henri Wallon (1879-1962) escreveu, que assim a criança constrói seu “eu corporal”, é nessa fase, em que ela testa os limites do próprio corpo, onde o dela acaba e começa o da outra pessoa. E os dentes que estão nascendo estão em evidência.
      Outra razão é a necessidade de se comunicar. Os pequenos não dominam a linguagem verbal e utilizam a mordida para expressar descontentamento e irritação ou para disputar a atenção ou objetos com os amigos. Amor e carinho também podem ser expostos com uma mordidela, como fazem os adultos ao afagar os bebês.
      A separação dos pais e algumas situações novas vividas podem gerar desconforto e insegurança, sem poder falar, os dentes viram um recurso de expressão. Assim, fica fácil compreender  por que as crianças que mordem não podem ser rotuladas. Além da descoberta do corpo e da expressão de sentimentos, elas ainda estão construindo a identidade.
      Quando estigmatizados, eles podem ter dificuldades de se relacionar, o que seria uma fase transitória pode se cristalizar num comportamento permanente.
      Compreender essa questão pode ajudar os pequenos a passar por essa fase, aos poucos, com o tempo e com um maior domínio da fala, a criança tende a trocar as mordidas pelas palavras, num enfrentamento mais verbal do que físico.